É o derradeiro sinal de que atingimos o ponto máximo na subida da montanha russa, ainda puxados por cabos invisíveis para quem está a bordo do carrinho… A abertura do capital do Facebook hoje fez novos bilionários baseados na ignorância de multidões ávidas por se tornarem ricos da noite para o dia, contando com a Teoria do Tolo Maior (greater fool’s theory), acreditando que a euforia do IPO (OPA em português) trará outras multidões de tolos ainda maiores para comprarem suas ações a preços mais altos. Et voilà! Esse foi canto do cisne na minha visão. Bolsas degringolam enquanto super histórias plantadas sobre potenciais ganhos futuros para uma empresa que ainda não gera caixa. Tudo bem, podem me explicar que eu talvez não esteja vendo o big picture do caso facebook, que eles tem potencial, que eles podem isso ou aquilo, que vão gerar caixa desta forma ou daquela. O ponto é, eles não geram caixa ainda, após anos de existência, parecidos com certas empresas com x e com tantas outras da era do “.com”. Mas quem sou eu para dizer que eles estão errados? Sou apenas um economista a moda antiga, nem mais nem menos cético, nem mais nem menos ingênuo que qualquer outra pessoa na face da terra. Mas é isso, o canto do cisne que o mercado de tempos em tempos nos envia como sinal de que é hora de puxar o fio que dá o sinal para o motorista para descermos. É hora de descer. No Brasil e no mundo. Aqui o dólar colado nos 2 reais, como se estivesse apenas pegando fôlego para continuar sua corrida. Parou no ponto psicológico e esperou por um empurrão para decolar rumo as 2,10 ou 2,20 ou quem sabe, numa euforia reversa, numa ressaca de absinto, deprimida e pessimista, mais comumente referida como pânico, fuga de capitais… Fugir para onde, podemos perguntar? Sim, para onde valor não for representado por dinheiro do mickey mouse… A Europa está barata, titulos do governo alemão ainda aparentam serem seguros e ativos reais, imóveis na Europa, ouro, prata… O carrinho apontou para baixo, e a pista da montanha russa está quebrada na primeira curva.
“Swan song” is a metaphorical phrase for a final gesture, effort, or performance given just before death or retirement. The phrase refers to an ancient belief that the Mute Swan (Cygnus olor) is completely silent during its lifetime until the moment just before death, when it sings one beautiful song. The belief, now known to be incorrect, had become proverbial in Ancient Greece by the 3rd century BC, and was reiterated many times in later Western poetry and art.
Wikipedia…
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