E a velha pergunta perdura: onde por meu dinheiro?

Com as taxas de juros e a conjuntura internacional atuais, investir com prudência e segurança de retornos fica com menor visibilidade. Ainda, aqui no Brasil, com as dificuldades maiores que as facilidades (e estas custam caro…), onde investir é a prgunta que não quer calar e é formulada por qualquer brasileiro normal. Se bem que, ouvi no rádio outro dia, uma frase que destrói meu argumento: “de perto, ninguém é normal…” Mas, adotando o princípio de normalidade econômica, o brasileiro normal não tem nenhum auxílio do sistema financeiro sobre onde e como investir. Tudo parece complicado e é proposital porque a ignorância financeira dá muito dinheiro para os bancos. Desta forma, a maioria de nós esconde o dinheiro debaixo do colchão da caderneta de poupança porque é fácil e simples. Não rende nada, mas é fácil e simples. Então, o que fazer? Primeiro, definir objetivos para o uso do dinheiro, assim definiremos o prazo do investimento. Segundo, se instruir sobre modalidades de investimento. Jamais com o gerente do banco. Mas, sim buscar de forma independente o conhecimento sobre os instrumentos disponíveis. Na atualidade, com os juros altos e com probabilidade de subir mais, a bolsa de valores fica muito instável e sem interesse dos investidores. Porém as empresas brasileiras de ponta dão muito lucro, isto significa dizer que elas poderão subir muito quando o mercado perceber que a inflação está estabilizando e caindo. Vamos prestar a atenção. Para iniciantes, quando este movimento ocorrer sugiro investir no PIBB11 ou no BOVA11, eles são “trackers de índice” o que significa que compramos uma única ação que contém todas as ações od índice IBX-50 e do Bovespa, respectivamente. É uma compra direcional. Porém, pelo momento, o instrumento mais adequado para investirmos é o tesouro direto, nos títulos do Tesouro Nacional. Como a inflação está subindo, é melhor alocarmos nossos recursos nos título indexados à inflação. Uma pequena parcela de 10 a 20% em títulos do tesouro pré-fixados, para garantir uma posição de médio prazo com juros altos. É fácil aplicar nestes títulos e rendem quase 13% ao ano, com IR escalonado de 22,5% a 15%, dependendo do prazo. Para comprar e vender é fácil, fazemos pela internet no site do tesouro direto. Outros investimentos também bons são as debentures, do BNDES, por exemplo. É necessário estudar antes para aprendermos os detalhes dos títulos, quanto de juros pagam, quem é o emissor, se é fácil vender e comprar (liquidez), onde vender e comprar, etc. Neste momento, a pouança é o pior dos investimentos.

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