FMI entra no jogo de dar palpites… Diz que ativos brasileiros estão super-avaliados…

Um grande indicador de que o foco orquestrado de “cantar os mercados” está virando para as economias emergentes que vem se sobressaindo em relação às economias dos países ricos. Os fluxos de capital tem buscado altos retornos e tem ido para os países emrgentes, notadamente os BRICS onde há crescimento econômico. Desta forma, para forçar o dólar subir, já que não tem forças próprias e a economia e todo o risco que a moeda representa não atrai compradores, eles decidem atacar por outras fontes. O FMI não tem como funçaõ dar palpite sobre investimentos nas economias dos países. Desta forma, dizer que os ativos brasileiros estão caros, dizendo “vendam tudo e saiam do Brasil”, é muito sintomático e evidente. Cuidado, devemos ter mais saídas do Brasil e o dólar poderá reverter tendência, não somente porque o FMI disse isso, mas outras instituições aparecerão do nada falando coisas similares. Mudança de foco, até recentemente estavam conjuntamente atacando a Grécia e Portugal, visando acesso e debilitação do interesse na compra do Euro. Viraram para nós, prestem atenção… Ao mesmo tempo, os estrangeiros estão híper vendidos no futuro do Ibovespa e o dólar dispara do nada, para cima de 1,61… Olhos abertos.

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2 Responses to FMI entra no jogo de dar palpites… Diz que ativos brasileiros estão super-avaliados…

  1. Fabiano Ferreira says:

    Olá Ricardo,

    Tomei a liberdade de escrever no blog pois acredito que o e-mail da BBS não seja a forma mais efetiva de contactá-lo…

    Estamo tratando de dividir o trabalho de derivativos entre os membros do grupo, porém, a nossa primeira dúvida é com relação aos tipos de derivativos existentes… Navegando rapidamente pela internet nos deparamos com informaçôes divergentes ( o que já era esperado).
    Você poderia por gentileza nos confirmar os tipos de derivativos e também nos indicar algumas referências bibliográficas?
    Muito obrigado e atenciosamente,
    Fabiano

    (1) Valor mobiliário cujo valor e característica de negociação estão relacionados ao ativo que lhe serve de referência. Também conhecido por derivado.
    (2) Instrumento financeiro originado de outro ativo para liquidação em uma data futura. Seu valor e característica de negociação estão relacionados a um ativo predeterminado. Esta operação não exige liquidação financeira no momento do fechamento. A liquidação é feita por diferença de preços em uma data futura. Há 3 (três) tipos de derivativos: (1) futuros – que servem para proteger o investidor das flutuações nos preços normais – mercadorias negociadas pelo seu preço de entrega no futuro (dias, meses, anos); (2) opções – muito utilizada no mercado de commodities e mercado futuro de ações – contratos que reservam ao seu possuidor o direito de comprar ou vender mercadorias ou título em uma data futura e a um preço pré-determinado; e (3) swaps – sinônimo em língua inglesa para troca ou permuta – contrato que permite trocar em uma data futura pré-determinada, um tipo de investimento por outro.

    Segundo Santana (1995, p.268), os principais tipos de derivativos, os chamados de primeira geração, são: contratos a termo (forward), contratos a futuro (futures), opções de compra (call), opções de venda (put) e contratos de swaps. Os de segunda geração, derivados dos derivativos, ou seja, combinações variadas, interligando mercados, são: straddle, strangel, strap, butterfly e condor ou box.

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