Velhos hábitos são difíceis de serem erradicados

O velho mundo novo, que de novo só tem a tecnologia e de velho tem todos os hábitos nocivos ao crescimento sustentável. A má distribuição de renda mundial, onde poucos tem muito e muitos tem muito pouco ainda é responsável pela constante volatildade de preços e valores que os seres humanos dão aos bens e aos ativos. Na atualidade, a fragilidade do sistema está sendo exposta, onde precisamos sempre de um herói, de um protetor, de um porto seguro para podermos visualizar o próximo passo no futuro. Essa incerteza está evidente nos dias de hoje, onde nenhum país pode se destacar como, aqui estamos seguros para investir, teremos retornos adequados pelo risco que queremos… Enquanto os Estados Unidos estava sólido, a Europa estava sólida, o status quo era mantido. Eram porto-seguros para proteção de valor do capital. Hoje, temos novos players, com história de incerezas e volatilidades que não conseguem ser esquecidas. Além disso, o cachorro grande que chegou primeiro ao osso, não irá largá-lo com facilidade, mesmo que o osso já não seja mais interessante para qualquer outro. O que mais incomoda o ser humano é a incerteza do futuro. Hoje, as incertezas são bem maiores que as certezas e isso gera essa instabilidade e nos levará de novo a uma crise. Todo este tempo estamos vendo o Real se apreciar, o Brasil em destaque no exterior, etc. Hoje, a infalção de preços internos retirou os valores de arbitragem que apresentávamos e o ciclo de Brasil como endereço seguro para o dinheiro foi barrado pela altissima inflação interna. Os juros altos que o governo paga foi bloqueado pelo IOF no investimento estrangeiro. Já não é mais engraçado investir em juros aqui no Brasil, se você for estrangeiro. O alto custo da produção aqui, majorado por todos os absurdos impostos é um impeditivo para a queda da inflação. Os preços adminsitrados pelo governo, que permite a escolha arbitrária dos indicadores de inflçação que forem maiores para reajuste não encontra par no aumento da renda proporcional. Assim, estamo ganhando mais numericamente e ganhando muito menos pela alta dos preços internos que são indexados e balizam a alta de tudo mais. Velhos erros nos tempos modernos que irão novamente debilitar nosso momentum de crescimento e mudançla de patamar. O Brasil tem perenes crises de identidade onde o os estrangeiros nos enxergam maiores que nós mesmos enxergamos. Deveria ser obrigatório cada brasileiro ir para o exterior só para o olhar para o Brasil lá de fora. Talvez, desta forma, pudéssemos de fato evoluir porque somos grandes mas nos vemos sempre como pequenos. Nós nos enxergamos perenemente como um país do terceiro mundo, o que não somos. Nós nos vemos como um país jovem que tem muito para crescer. Não somos. Temos 511 anos já… Já passou da hora de sairmos da adolescência e virarmos de fato adultos, assumindo nossos responsabilidades de país líder e forte, perante o povo brasileiro e perante o resto do mundo, com crescimento sustentável e com políticas adequadas ao nosso tamanho e importância.

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12 Responses to Velhos hábitos são difíceis de serem erradicados

  1. simone says:

    muito boa a sua colocação em relação ao Brasil.

    Vc Ricardo parece um poeta , um pensador …

    bj e sucesso … adoro teu blog

  2. simone says:

    Assim como quem comprou na especulação não teve piedade de pedir 30% de ganho sem ter feito NADA

    um amigo de um blog escreveu e eu achei engraçado ………

    Assim como as construtoras não tiveram piedade de vender um cubiculo ridículo em que se pedia 30 anos da sua renda pra pagar

    EU NÃO TEREI PIEDADE DE VER OS INVESTIDORES SANGRANDO NESSE MERCADO!!!

    Quando os imóveis que estão sendo prontos forem entregues (movimento forte nos próximos 24 meses) vai ser lindo de ve

  3. simone says:

    BB vai substituir Bradesco no Banco Postal.

    Banco do Brasil venceu a licitação feita pelos Correios e começará a atuar a partir de janeiro de 2012.

    O Banco do Brasil venceu a licitação com uma oferta de 2,3 bilhões de reais.

    http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/bb-vai-substituir-bradesco-no-banco-postal?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

  4. simone says:

    frase do Fábio

    “A securitização de recebíveis – contratos de financiamento de imóveis – é uma alternativa para “engordar” o caixa das companhias. Apenas neste ano, PDG, Cyrela, Brookfield, MRV e Rossi já financiaram a construção de mais de R$ 1 bilhão em apartamentos com a venda de certificados de recebíveis imobiliários.”

    E depois dizem que não temos nossos subprimes… pra mim, esses CRIs ainda vão trazer muitos problemas pro Brasil…

  5. simone says:

    O que o senhor acha disso professor ?

    Dilma anuncia privatização dos aeroportos de São Paulo e Brasília
    O Governo Federal anunciou nesta terça-feira aos governadores e prefeitos das cidades sedes da Copa do Mundo de 2014, a decisão de realizar concessões para os aeroportos de Garulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). O anúncio ocorreu durante a reunião convocada pela presidente Dilma Rousseff para discutir as providências para o evento.

    . De acordo com o modelo definido, as concessões serão feitas por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPE), a serem constituídas por investidores privados, com participação de até 49% da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A SPE, que será uma empresa privada, ficará responsável por novas construções e pela gestão desses aeroportos.

    . Como acionista relevante da SPE, a Infraero participará das principais decisões da companhia. O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, informou que as medidas anunciadas visam atender a demanda para os próximos anos, inclusive o período da Copa de 2014. Bittencourt disse ainda, que o governo continua os estudos para a concessão de mais dois aeroportos Confins (MG) e Galeão (RJ).

    • tradingcafe says:

      Oi Simone, eu acho que demorou para fazerem isso. O governo não investe em infraestrura já faz muiiiiittoooo tempo. Desta forma, teremos bons aeroportos… Porém, estamos no Brasil… Tudo vai ficar mais caro. Abs

  6. simone says:

    FUSÕES DE EMPRESAS NO SUL

    Olha a ganância por vender mais

    Nex e Você
    Publicado em 16 de março de 2011 por DHZ Construções
    Crescer. Evoluir. Multiplicar. Três palavras que sempre estiveram presentes no dia-a-dia da DHZ ao longo de mais de três décadas de atuação no mercado imobiliário. Em cada projeto, planejamento, e empreendimento, é visível o empenho da empresa em busca da superação. E mesmo com 35 anos de mercado, a DHZ acredita que é possível crescer ainda mais. Para isso, uniu forças com outras três tradicionais construtoras de Porto Alegre: A Capa Engenharia, a Lomando Aita e a EGL Engenharia, para, juntas, formar o NEX Group, a maior incorporadora genuinamente gaúcha do Estado. São quatro empresas que, unidas, somam mais de 100 anos de atuação no mercado imobiliário e que agora irão agregar experiências para alavancar o potencial de investimento de cada uma delas.

    A união foi impulsionada pela prosperidade do atual cenário da construção civil aliado ao excelente desempenho das construtoras, que encontram-se no auge da solidez financeira e corporativa. O ano passado, por exemplo, foi um dos mais produtivos e bem sucedidos para as quatro empresas, que comemoraram a entrega de 6600 unidades, distribuídas em diversos segmentos de mercado. Para 2011, a expectativa é de que esse número seja superior a 7000 unidades, divididas em 20 empreendimentos.

    O NEX Group irá multiplicar ofertas de trabalho, gerar emprego direta e indiretamente e movimentar fortemente a economia, construindo com maior capacidade e qualidade. Tamanho potencial coloca o NEX Group entre as três maiores empresas do setor na região sul, com patrimônio líquido inicial de R$ 400 milhões e um estoque de terrenos para vendas futuras estimado em R$2 bilhões. Além disso, atualmente a Nex está construindo 601.020 m², correspondentes ao VGV de R$ 968.548.000,00.

    Para os investidores,o NEX Group atuará de forma muito mais intensa, garantindo mais possibilidades de realizar melhores investimentos, já que a holding passará a atuar em âmbito nacional. Portanto, continuará proporcionando excelentes oportunidades, que certamente se multiplicarão.

    O quadro funcional do Nex Group será o mesmo que já estava na DHZ Construções, na Capa Engenharia, na Lomando Aita e na EGL Engenharia. São 2300 profissionais que seguirão exercendo suas funções normalmente sem qualquer alteração. Isso quer dizer que você, funcionário da Nex Group, será um dos beneficiados com este grande momento da construção civil que estamos vivendo no Brasil. Agora, você fará parte de uma das maiores empresas do setor no país e, no futuro, você estará conosco contribuindo com a construção de obras de maior porte.

  7. simone says:

    Mais dinheiro indo pro buraco

    Dilma dá prazo até dezembro para que obras da Copa saiam do papel
    31 de maio de 2011 • 21h20 • atualizado às 22h23

    Governo pressiona início de obras da Copa do Mundo de 2014

    As cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 têm até dezembro para que tirem do papel as obras de mobilidade planejadas para o evento. Os governos estaduais e municipais que não cumprirem esse prazo estipulado pelo governo federal para que publiquem os editais não serão contemplados pelo programa de financiamento destinado ao evento, o chamado PAC da Copa.
    De acordo com o governo, as obras cujos editais forem publicados depois de dezembro só poderão ser contempladas com recursos do chamado PAC da Mobilidade. A informação foi repassada nesta terça-feira aos governadores e prefeitos de cidades-sede, em reunião com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.
    Para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a decisão da presidente Dilma vai contribuir para dar mais rapidez às obras nos estados. “Isso vai cuidar de acelerar a ação dos estados e municípios porque, se não colocar a obra para andar, vai perder a chance de que ela seja incluída no PAC Copa”.
    Campos ressaltou, no entanto, que o maior entrave para as obras de mobilidade ainda é a questão das desapropriações. Diante disso, os prefeitos e governadores pediram à presidente que estude uma forma de acelerar o processo. “A lei que rege as desapropriações é de 1940, regulamentada por um decreto de 1970”, disse.
    De acordo com o governador pernambucano, a presidente Dilma Rousseff ficou de analisar o pedido apresentado pelos gestores, junto aos ministros, e deve anunciar nos próximos dias um novo decreto com regras para desapropriações de moradias.
    O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, também reclamou das dificuldades com as desapropriações, que podem fazer com que as prefeituras e governos percam o prazo.
    “Realmente esse é o grande gargalo e é um entrave para que cumpramos os prazos. Um processo de desapropriação demora muito tempo, com ritos a serem cumpridos no Judiciário”, afirmou.
    Conselho Monetário restringe empréstimos à Copa
    A equipe econômica acabou com uma brecha que permitia que estados e municípios contratassem empréstimos para financiar obras não ligadas à Copa do Mundo de 2014.
    Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que restringe a concessão de crédito às obras listadas pelo Ministério dos Esportes como prioritárias para o evento.
    Em janeiro do ano passado, o CMN havia autorizado cada cidade-sede da Copa a contratar até R$ 400 milhões para a construção e reforma de estádios e permitiu que as 12 sedes pegassem, em conjunto, até R$ 8 bilhões emprestados para obras de transporte urbano que facilitarão o acesso às arenas. O governo, no entanto, avaliou que não estava claro que o dinheiro só poderia ser usado para esse tipo de empreendimento.
    Segundo o chefe da Assessoria Econômica do Tesouro Nacional, Mário Gouvêa, a medida tem apenas caráter preventivo. “Nenhum financiamento foi concedido fora das finalidades”, declarou. “Apenas deixamos especificado que as linhas de crédito só podem se destinar a obras prioritárias para a Copa”.
    De acordo com Gouvêa, os projetos de mobilidade urbana estavam especificados no voto que autorizou a liberação dos R$ 8 bilhões. Em relação aos estádios, não havia nenhuma restrição estabelecida pelo CMN.
    Agora, as duas linhas de crédito estão vinculadas, por resolução, à lista de projetos assinada no início do ano passado pelo Ministério dos Esportes, 11 governadores e 12 prefeitos.

  8. Lorena Kreuger says:

    Oi Ricardo, muito bom esse post! Nesse estágio de inflação que estamos vendo, você acha que a coisa, a nível de Brasil, pode fugir do controle de alguma forma? Você acha que a imagem do Brasil pode ser afetada por essa inflação e suas consequências, num futuro próximo, ou estamos ainda “escondidos” atrás das crises que estão sendo mostradas na Europa?
    abraço!

    • tradingcafe says:

      Oi Lorena, sim, eu acho que [e possível que a situação se deteriore mas não a ponto de fugir do controle porque o Brasil é o país que fazemos quase tudo errado e acabamos por acertar… Para a imagem do Brasil, não acho que irá afetar porque vejo um evento global acontecendo e não somente no Brasil. Abs

  9. simone says:

    anjo Ricardo achei que este vídeo complementa o que vc sempre fala , te admiro por sua postura como homem .

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