Bolha Imobiliária XV… Desta vez, na China…

A China também está experienciando uma onda de especulação imobiliária, movida por oferta de crédito sem precedentes na história do país. O governo chinês porém, limitou a oferta de crédito, colocou tetos de preços nos imóveis e coibiu a facilidade para aquisição do segundo imóvel. Os preços caíram 4,9% em abril, comparado ano a ano, após terem subido 21,5% no ano de 2010 (e eles consideraram isso uma bolha…). A inadimplência subiu muito, e esse foi um dos indicadores que mais pesaram na decisão do governo em agir de forma rápida. O efeito deste recuo será sentido na economia como um todo, pois a China também é um país movido pelo mercado imobiliário (no fim de todas as contas…). Isso deverpa afetar o resto do mundo, nós brasileiros de forma intensa, pois a China deverá um crescimento menos robusto no resto deste ano de 2011. Bolha imobiliária porque os preços subiram 10% em 2009e 21,5% em 2010… baseado em crédito… pessoas comprando mais que um imóvel… Já ouvi isso antes nos mares do sul do atlântico e no trópico de capricórnio e também justo abaixo da linha do equador… Mas neste paraíso tropical onde os impostos são enormes, pessoas compram vários imóveis na planta ou prontos, o crédito cresceu muito, os imóveis subiram mais que 100% em alguns pontos, não é possível que exista uma bolha imobiliária… Não somente ela existe como está já murchando, em vias de estourar.

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12 Responses to Bolha Imobiliária XV… Desta vez, na China…

  1. simone says:

    Incrível né Ricardo os imóveis subiram mais que 100% mas o salário mínimo não sobe nem 10 % , não vejo esse tanto de pessoal endinheirado , por aí , pois ações não estão dando lucro .. Tem pessoas que compram o imóvel para depois quererem lucrar mais de 100 mil vendendo para outro , sem fazer esforço nenhum , mas olha ninguém é tão bobo assim …;
    Acho essa ganância perigosa e o governo não faz nada

  2. simone says:

    Olha o Absurdo isso ….

    Construtoras e bancos estão em pé de guerra com governo
    Publicada em 11/06/2011 às 23h21m
    Geralda Doca e Martha Beck – O Globo

    BRASÍLIA – Construtoras e bancos privados estão em pé de guerra com o governo federal. A briga envolve dois pontos que, hoje, são cruciais para agentes da área habitacional: o aumento do valor máximo dos imóveis comprados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de R$ 500 mil para R$ 750 mil, e da faixa de renda limite das famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, de R$ 4.900 para R$ 5.650.
    O setor privado argumenta que esses são ajustes importantes para atender à demanda da população que busca a casa própria. No entanto, autoridades envolvidas no assunto temem que as medidas provoquem remarcação automática de preços de imóveis, num mercado já inflacionado, ou uma corrida para sacar os recursos do FGTS.
    Subir o valor de avaliação do imóvel para utilização do FGTS atinge diretamente a classe média. Um trabalhador com R$ 400 mil no Fundo e pretende comprar um bem cotado a R$ 510 mil, hoje, não pode usar o dinheiro do FGTS, cujas taxas, de até 12% ao ano, são mais vantajosas. Como os imóveis sofreram altas astronômicas nos últimos anos, os bancos privados foram ao Banco Central (BC) argumentar que os donos de contas do Fundo já não conseguem mais comprar bens devido à limitação de valores imposta pela legislação.
    Na outra ponta, a das classes mais baixas, o setor produtivo alega que não adiantou o governo subir para R$ 170 mil o valor máximo de imóveis nos grandes centros para o Minha Casa, Minha Vida, se a faixa de renda familiar não foi alterada.
    – Não adianta o setor produzir se as famílias não conseguem comprar um imóvel. Elas precisam dar entrada e, geralmente, não têm poupança – diz Maria Henriqueta, consultora da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).
    Exclusão de compradores de outras faixas de renda
    Já o executivo de um grande banco privado alega que, ao elevar o valor do imóvel só na baixa renda, o governo excluiu outros segmentos:
    – Ao reajustar o valor do imóvel para R$ 170 mil, você traz mais gente para o programa. Mas alija novos adquirentes em outras faixas de renda.
    A Caixa, principal agente financeiro, resiste a mexer nas duas frentes. Uma preocupação é com o efeito que as medidas teriam sobre a inflação. Quanto mais aquecido o mercado imobiliário, mais aumenta a pressão sobre os preços da construção.
    – Subir a faixa de renda e, ao mesmo tempo, permitir que as famílias possam financiar 100% do valor da compra inevitavelmente teria efeito inflacionário na economia – explicou um técnico do governo. – A elevação para R$ 750 mil faria com que um grande número de pessoas que possuem saldo elevado do FGTS sacasse esses recursos.
    A demanda do setor privado já foi discutida em reunião entre Caixa, Ministério da Fazenda e BC. Segundo fontes, o presidente do BC, Alexandre Tombini, ainda não se convenceu da necessidade de revisão dos valores, mas mantém o pedido em análise.
    Na reunião, foi discutida também a adoção de restrições, como limitação do financiamento a 80% do valor do imóvel e prazo máximo de pagamento de 20 anos. O objetivo é evitar bolhas ou, ao menos, garantir a evolução sustentável do crédito imobiliário. BC, Caixa e entidades do setor privado são favoráveis, mas a Fazenda tem posição contrária. O temor é que esse tipo de restrição trave a evolução do setor. O argumento dos assessores do ministro Guido Mantega é que no Brasil não há uma bolha imobiliária como a que afetou os EUA em 2008. Mas é preciso estar atento a outros movimentos como eventual derrubada dos preços de imóveis e terrenos que foram comprados pelas construtoras, o que afetaria fortemente os negócios.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/morarbem/mat/2011/06/11/construtoras-bancos-estao-em-pe-de-guerra-com-governo-924666518.asp#ixzz1P78HxQlS
    © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

  3. simone says:

    de R$ 500 mil para R$ 750 mil, e da faixa de renda limite das famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, de R$ 4.900 para R$ 5.650.

    loucura isso

    • tradingcafe says:

      E é o que vai acontecer Simone. Um aumento vai levar ao reajuste automático, e eles querem esvaziar o FGTS, que por sua vez vai complicar todo o resto…

  4. simone says:

    vai aumentar ainda mais os valores dos imóveis ?

    daqui a pouco só o aluguel será viavél ou morar com os pais .. pois se eu tenho 28 anos e ainda moro com minha mãe imagina agora ….

    • tradingcafe says:

      Não, eu acredito que os preços já estão caindo e a hora que ficar público que isso está acontecendo… os preços irão cair mais forte. PS.: morar com os pais é muito bom! umótimo dia para você Simone.

  5. Olha Ricardo,
    a reportagem do iG do link abaixo fala da desaceleração das vendas no mercado imobiliário em sp
    http://economia.ig.com.br/venda+de+imovel+novo+recua+283+em+abril+diz+secovisp/n1597026019652.html
    Quanto tempo até desmoronar ?

    • tradingcafe says:

      Oi Rodrigo, os preços já estão caindo na realidade, só ainda não estão sendo mostrados nos preços anunciados… Fique atento, será para breve! Abs!

  6. simone says:

    ok Ricardo , acho que tu é italiano hehehe , e tu deve ser pai também kkkkk , mas acho triste alguém com 40 anos morar com pai e mãe kkkk , bom ainda bem que tenho 28 anos , quero ver se daqui a 5 anos vou embora da casa da mamãe né kkkk.

    Adoro teus comentários e acho que tu deves ser um ótimo pai …
    bjs

    • tradingcafe says:

      Oi Simone, sim, sou Italiano, toscano de Lucca. Sou pai também e valorizo demais nossos antepassados. Morar com os pais é tudo de bom… 28 anos, vida boa! Você tem bastante tempo para formular a vida, esperar os preços caírem e fazer um ótimo negócio. Abs

  7. simone says:

    Conheci um Dr chamado ,Mario de Lucca, bom tb tenho parentes italianos , meu cunhado é Zaffari da família do supermercado Zaffari , então todos os italianos que eu conheci os homens né são bonitos , narigudos e pão duro , tipo mão fechada , sovina , mas em compensação a comida italiana é a melhor do mundo …

    Nunca vi um italiano feio , mas já vi muito italiano esperto né ..

    Quando vejo um italiano eu fujo pra não cair na lábia né …kk

  8. Roberto says:

    Olha para frear a especulação imobiliaria no Brasil não precisa diminuir o crédito pelo contrario temos que continuar incentivando para rodar a economia porém no caso dos imóveis faria algo parecido que o governo chines faz porém por vias democraticas.

    Mudaria a forma de cobrança de valores de escritura e do Impostos ITBI
    Exemplos
    Quem comprar imóvel na planta paga antecipadamente e por estimativa o ITBI aos governos estaduais seguinda a seguinte tabela:

    Aquisição do primeiro imóvel 4 %
    Aquisição do segundo imóvel 8 %
    Aquisição do terceiro imóvel 16 %
    Aquisição do quarto imóvel 20%
    A partir do quinto imóvel 27,5 %

    Alguns investidores que compram atualmente 5 unidades por torre ( no minino ) teria que desenbolsar ;

    Valor do Apto: 440.223,00
    Total de unidades 5 x
    Total do negocio 2.201.115,00
    ITBI por estimativa = x 27,5 %
    Desembolso no ato pelo investidor R$ 605.306,63

    Será que teriamos muitos investidores dispostor a ter este desembolso no ato ?

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