Tudo bem na solução para a Grécia? Sim, mas a agência de rating americana volta ao ataque…

Eles não vão se dar por vencidos. Uma agência americana de classificação de risco anunciou ontem que a nova solução apresnetada para solucionar a crise grega pode se constituir em “default” técnico… É isso, eles não vão se dar por vencidos e vão continuar a atacar. Esse reescalonamento da dívida, trocando os vencimentos dos próximos gtres anos para bonds com vencimento em 30 anos, desta forma, alongando o vencimento das dpividas e dando fôlego para o país pode ser considerado default técnico se houver “hair cut”. Ou seja, se houver desconto ou perdão parcial do montante total. Caso contrário, não há default técnico porque é consensual e sugerido pelos investidores (credores da Grécia). Então se não houver perdão parcila da dívida, não há default.

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4 Responses to Tudo bem na solução para a Grécia? Sim, mas a agência de rating americana volta ao ataque…

  1. simone says:

    Ricardo e os títulos gregos está na hora de comprar ?

  2. simone says:

    Gastos descontrolados na Olímpiada de 2004 quebraram a Grécia. Brasil seguirá o mesmo caminho?

    Clipping
    Gasto olímpico grego ilustra a perda de controle das finanças
    Jornal Valor Econômico – 29 de junho

    A realização das Olimpíadas de 2004 foi determinante para a crise da Grécia? Quando se imagina que hoje cada cidadão grego tem uma parcela de aproximadamente US$ 45 mil na dívida do país, é quase inevitável especular o quanto que os gastos desenfreados para viabilizar os Jogos de Atenas ajudaram para cavar o buraco atual. E, apesar de a resposta para a pergunta inicial ser não, um exame da aventura olímpica dos gregos serve para ilustrar por que hoje o país está à porta da União Européia e do FMI com o pires na mão.

    O roteiro percorrido de 1997, quando a cidade foi escolhida como sede, até 2004 traz pelo menos duas semelhanças com a organização dos Jogos Pan-Americanos de 2007 no Rio de Janeiro e, ao que tudo indica, com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016: explosão no orçamento inicial e atrasos nas obras. Até hoje, sete anos após o término dos Jogos de Atenas, não existe um consenso sobre qual foi o valor total gasto.

    Em 1997, autoridades gregas e o Comitê Olímpico Internacional estimaram um custo de aproximadamente US$ 1,5 bilhão. No final de 2004, o então ministro das Finanças da Grécia, George Alogoskoufis, disse que a conta bateu em US$ 11,9 bilhões. Em entrevista ao “The Times” londrino em 2009, um ex-integrante do governo, falando anonimamente, disse que o custo foi superior a US$ 17 bilhões. Mas, com a falta de transparência sobre os gastos, há quem estime que o país torrou 20, 25 ou até 30 bilhões de euros.

    “No fim, os Jogos não são uma causa fundamental para a dívida grega. Mas talvez o país não devesse ter aceitado fazê-los, porque houve um gasto significativo de dinheiro”, diz ao Valor Spyros Economides, professor da London School of Economics.

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